A nova forma de fazer jornalismo nasceu, cresceu e aflorou. Os frutos de uma prática considerada “mais livre” de dar notícias se tornou mais visível com o advento dos blogs. (Quer criar seu blog? Confira abaixo)
Assim como quem posta os textos tem mais liberdade na forma e no conteúdo dos textos, quem lê também. Essa recíproca, no mundo virtual, é verdadeira. Segundo o jornalista Ricardo Noblat, em texto citado no artigo da pesquisadora Juliana Escobar, a interação com o leitor é direta.
O leitor do blog não quer nem saber: baixa o pau no que escreve e as críticas dele procedentes ou não ficam registradas. Eu, pelo menos, não as elimino. Se o fizer, estarei na contramão do espírito democrático da internet e elas aparecerão novamente. Não tem jeito.
Muitos blogs de viagem, cuja categoria enquadra nosso blog também, possuem características bem específicas e parecidas: todos informam por meio de “dicas” de lugares e atrações turísticas que valem a pena experimentar; além de focar, soberanamente, no entretenimento.
Seria um mix, do que o autor Alex Primo, classificou de pessoal-informativo e pessoal reflexivo.
- Pessoal informativo: blog individual para registro de informações que despertam interesse do blogueiro.
- Pessoal reflexivo: blog individual no qual o blogueiro comenta as informações que recebe e demonstra suas opiniões. Pode tratar-se do blog temático.
Bons exemplos desta modalidade são os blogs das jornalistas Rosane Tremea e Maysa Bonissoni. Outro bom exemplo você pode conferir abaixo. É um site, mas a linguagem é de blog.
Que tal boas risadas com uma típica história de índio? Porque, afinal, com esta pequena pesquisa sobre blogs afins descobrimos que diários virtuais sobre indiadas como o nosso, não “ecxistem” (já diria o Padre Quevedo!)

O Padre Quevedo já sabia: blog sobre indiada só o nosso!