Archive for outubro, 2009

Blogs: nova forma de jornalismo

A nova forma de fazer jornalismo nasceu, cresceu e aflorou. Os frutos de uma prática considerada “mais livre” de dar notícias se tornou mais visível com o advento dos  blogs. (Quer criar seu blog? Confira abaixo)

Assim como quem posta os textos tem mais liberdade na forma e no conteúdo dos textos, quem lê também. Essa recíproca, no mundo virtual, é verdadeira. Segundo o jornalista Ricardo Noblat, em texto citado no artigo da pesquisadora Juliana Escobar, a interação com o leitor é direta.

 O leitor do blog não quer nem saber: baixa o pau no que escreve e as críticas dele procedentes ou não ficam registradas. Eu, pelo menos, não as elimino. Se o fizer, estarei na contramão do espírito democrático da internet e elas aparecerão novamente. Não tem jeito.

 Muitos blogs de viagem, cuja categoria enquadra nosso blog também, possuem características bem específicas e parecidas: todos informam por meio de “dicas” de lugares e atrações turísticas que valem a pena experimentar; além de focar, soberanamente, no entretenimento.

 Seria um mix, do que o autor Alex Primo, classificou de pessoal-informativo e pessoal reflexivo

  • Pessoal informativo: blog individual para registro de informações que despertam interesse do blogueiro.
  • Pessoal reflexivo: blog individual no qual o blogueiro comenta as informações que recebe e demonstra suas opiniões. Pode tratar-se do blog temático.

 Bons exemplos desta modalidade são os blogs das jornalistas Rosane Tremea e Maysa Bonissoni. Outro bom exemplo você pode conferir abaixo. É um site, mas a linguagem é de blog.

Que tal boas risadas com uma típica história de índio? Porque, afinal, com esta pequena pesquisa sobre blogs afins descobrimos que diários virtuais sobre indiadas como o nosso, não “ecxistem” (já diria o Padre Quevedo!)

O Padre Quevedo já sabia: blog sobre indiada só o nosso!

O Padre Quevedo já sabia: blog sobre indiada só o nosso!

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“Programa de índio” na Índia

O blog Programa de índio conversou com o fotógrafo, empresário e professor de yoga, Henrique Raizler para saber sobre sua experiência em “Programas de índio” nas suas viagens pelo mundo. Henrique já viajou praticamente o mundo inteiro, e tem histórias impressionantes para contar. Raizler também edita o site  http://www.mapamundibrasil.com.br, e apresenta na rádio bandeirantes AM 640, o programa Mapa Mundi Inteligência em Turismo.  

Ele relata que as histórias de programas de índio são, e fazem parte das viagens, e afirma que na verdade, muitas vezes, são as melhores.

Raizler conta: “Uma que me lembro agora foi a trip de nova Delphi, Índia, a Dharamsala, norte do país. Lá vivem os tibetanos e o governo paralelo comandado pela sua santidade o Dalai Lama . Na Índia tudo é uma grande viagem. Buscamos opções de transporte e os indianos, sempre com um espírito cômico e marqueteiro, nos indicaram um super ônibus luxo executivo especial para turistas. The Best in town !

Nós, com um pé atrás, pedimos que nos mostrassem alguma imagem desta “nave”. Rodamos um pouco, pensamos nas opções e por fim decidimos por aquela promessa. Dia e data marcado nos dirigimos ao local .

A família de índios começa aqui. O deluxe bus iria parar na rua, mas não sabíamos qual o lado da rua. Ficamos de um lado a outro lado buscando desvendar o segredo. Mas, claro, com um astral indiano de tranqüilidade e leveza. Depois de alguns bons minutos atrasado aterrissa o chamado ônibus de luxo. As bagagens ficam em cima, no teto. Dentro tudo é uma meleca, mas aqui a aventura fala mais alto. Ônibus entupido é hora de partir.

Bye bye Brasil ou hasta la vista Índia .

Creia você que depois de meia hora rodando pela grande Delhi o ônibus para num posto de gasolina. Precisaríamos trocar de ônibus. Desce todo mundo, sobem outros. De novo no meio da rua sem lenço, mas  com passaporte valido. Mais um tempo, quem sabe uma hora, a paciência tibetana estava em prumo. Novo ônibus, igual promessa de conforto. Um trecho que levaria 12 horas ao norte do país! Idas e vindas, fotos e conversas era hora de partir.

Bem, aqui a Funai desce em peso. A estrada , com leve camada de asfalto, era puro buraco . A buzina soava estridente a cada curva. Aos solavancos, dançamos na poltrona ate o limite do teto e da cabeça. Assim, depois de uma noite mal dormida e uma grande aventura chegamos prontos a unir o corpo outrora relaxado num novo modelo de playmobil. Alongamos por um par de minutos e rimos muito desta viagem de índio. Mas chegamos ao sopé dos Himalaias. Aqui a sabedoria e a espiritualidade encantam o coração.

Passos lentos, os solavancos ainda vibravam no corpo, mas a rota fora cumprida .

Viagem de índio.

Mas são aventuras com esta as precursoras de grandes historias de vida.

http://www.youtube.com/watch?v=k1nhALc_4c0

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